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Em 17, out 2016 | No Comments | Em | Por Tangerina

Causando na Rua

Uma produção Tangerina Entretenimento

Causando na Rua é uma série documental de 13 episódios de 26 minutos.

Cada episódio da série acompanha um grupo, duo ou coletivo que vê na rua o espaço para arte, criatividade e comunicação. Estas ações são definidas como “ativismo artístico”. Cada episódio traz uma reflexão sobre as diversas formas de ressignificação do espaço público através do registro de propostas lúdicas e socialmente responsáveis.

Os documentários foram filmados na cidade de São Paulo e nos municípios de Santo André e Osasco, região metropolitana.

 

  • Uma produção Tangerina Entretenimento

    série documental de 13 episódios

    26 min cada episódio

    2016

    lançamento 5 de setembro de 2016

    Em exibição no canal CINEBRASiLTV

     


  • Direção Geral: Tata Amaral

    Direção: Maria Farkas e Caru Alves de Souza

    Roteiro: Tata Amaral Henrique Figueiredo

    Argumento: Tata AmaralCaru Alves de Souza Eloá Chouzal

    Pesquisa de Texto: Mari Palumbo

    Criação de Texto: Sato do Brasil & Mari Palumbo

    Pesquisa: Claudia Priscilla, Luciana NanciPriscila Pomerantzeff

    Fotografia: Julia ZakiaMarcos YoshiMarcelo Oliveira

    Operador de Câmera: Cadu SilvaFernando CirilloMarcel Carneiro

    Supervisor de Montagem: Willem Dias

    Montagem: Lillah HallahEduardo AquinoOlivia Brenga

    Assistente de Montagem e Finalização: Cadu Silva

    Música: André Whoong

    Direção de Arte: Sato do BrasilMurilo Thaveira

    Animação: Átila Fragozo

    Som Direto: André BellentaniEder AmareloAndré Caveira

    Mixagem: Pedro Noizyman

    Produção Executiva: Rafaella Costa Pedro Ribeiro

    Assistente de Produção Executiva: Gui Valentim

    Direção de Produção: Stella Rainer

    Assistente de Produção: Gustavo Aguiar

    Boy de Set: Ewerton Bastos (Dudu)

  • Episódio 1 – Viajou Sem Passaporte, 3NÓS3 e TUPINÃODÁ Causando na Rua desde 1979

    O episódio de abertura da série conta a história e a atuação dos grupos que deram origem ao artivismo praticado no espaço público da Cidade de São Paulo, com a participação dos coletivos Viajou sem Passaporte, 3NÓS3 e TUPINÃODÁ. Os grupos atuaram no final da década de 1970, logo após a anistia em 1978, quando a democracia começa a ser restabelecida no Brasil. O episódio demonstra relação entre democracia e ocupação criativa das ruas.

    A ação se passa na Praça da Sé e Praça Ramos de Azevedo, ambas no centro da cidade, e Vila Madalena, zona oeste.

     

    Episódio 2 – Expedição pela bacia do Rio Saracura por Iniciativa Rios e Ruas

    A Iniciativa Rios e Ruas faz um passeio pela bacia do Rio Saracura em São Paulo. A partir do Museu de Arte de São Paulo, na avenida Paulista, caminha até sua nascente. A expedição encontra vestígios de rios canalizados na cidade e tem como lema desenterrar os rios da consciência das pessoas. Para isto, se utilizam de expedientes criativos como pintar as nascentes e trajetos de rios submersos. No passeio, temas como a revitalização destes rios e a abertura deles é discutida com os participantes do passeio e convidados.

    A ação se passa no bairro da Bela Vista, um dos mais antigos bairros da região central de São Paulo, e a origem do grupo é na Vila Indiana, zona oeste da cidade.

     

    Episódio 3 – Quadro Negro por OPNI

    Conhecidos por sua ação “Quadro Negro” – que busca trazer à luz personagens negros importantes para a história do Brasil – grupo OPNI faz uma pintura especial para nossa série que retrata Luiz Gama, advogado que libertou mais de 500 escravos no Brasil. A ação acontece em frente à Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, no largo São Francisco, onde Luiz Gama foi impedido de estudar por ser negro.

    A ação se passa no Largo São Francisco, região central, e a origem do duo é em São Mateus, zona leste da cidade.

     

    Episódio 4 – Ocupação Leila Khaled por Paulestinos

    O duo de artistas visuais Paulestinos promove o sincretismo de culturas através de seus lambe-lambes. A origem do nome é a mistura de “paulista” com “nordestino” e representa a identidade de origem dos artistas (Bahia e Pernambuco, ambos estados do nordeste do Brasil) e a identidade adquirida pelo lugar onde vivem, São Paulo. Neste episódio, o duo cobre a fachada da ocupação Leila Khaled, onde a maioria dos moradores é composta por refugiados sírios e palestinos, para discutir a imigração o imigrante. O imigrante, o que é? 

    A ação se passa na Liberdade, antigo bairro da região central, e a origem do grupo é na Vila Anglo Brasileira, zona oeste da cidade.

     

    Episódio 5 – Tapete Manifesto por Galeria Gruta

    Através da tradição brasileira do tapete de devoção – que cobre as ruas de pinturas com motivos religiosos durante a festa de Corpus Christi por onde a imagem do Cristo passa – o coletivo Galeria Gruta cria o “Tapete Manifesto” para discutir outra tradição brasileira, o assassinato de mulheres.

    A ação se passa no Viaduto do Chá, região central e a origem do grupo é no Butantã, zona oeste da cidade.

     

    Episódio 6 – Festival Disco Xepa por Slow Food ComoComo

    O grupo Slow Food ComoComo tem filiação à ação internacional e realiza o “Festival Disco Xepa”. O Festival cria banquetes gratuitos através dos restos de alimentos descartados em feiras livres para mostrar o alto nível de desperdício alimentar nas cidades.

    A ação se passa em Santa Cecília, região central e a origem do grupo é na Vila Anglo Brasileira, zona oeste da cidade. 

     

    Episódio 7 – Não Pise Nos Mortos por Casadalapa

    A Casadalapa é um coletivo de artistas que realiza a ação “Não Pise Nos Mortos”, onde desenhos dos contornos de corpos no chão denunciam o alto número de assassinatos de jovens negros e como a população acaba se acostumando com o que muitos consideram “genocídio da juventude negra” no Brasil. 

    As ações se passam em Vila Nova Cachoeirinha, zona norte e em Osasco, município a oeste da região metropolitana de São Paulo, e a origem do grupo é na Lapa, zona oeste da cidade.

     

    Episódio 8 – Outras Portas, Outras Pontes por Sansacroma

    A companhia de dança Sansacroma realiza o espetáculo de dança “Outras Portas, Outras Pontes” que trata do racismo cordial.  O espetáculo traz a arte da dança para os locais e para as pessoas que normalmente não têm acesso fácil à cultura. O tema do espetáculo é o racismo cordial. A encenação acontece no Terminal Parque Dom Pedro, de onde irradiam linhas de transporte para todas as regiões da cidade.

    A ação se passa no Parque Dom Pedro, distrito da Sé, região central de São Paulo e a origem do grupo é no Capão Redondo, extremo sul da cidade.

     

    Episódio 9 – Dpósito por Coletive Friccional

    Com a performance “Dpósito”, Coletive Friccional, um grupo de teatro de Santo André, traz para o centro de São Paulo a discussão sobre a homofobia e a transfobia.

    A ação se passa na Praça da Sé, centro da cidade, e a origem do grupo é em Santo André, município a leste da região metropolitana de São Paulo.

     

    Episódio 10 – Cartografia Afetiva do Quadrilátero do Pecado por Companhia Pessoal do Faroeste e O Zona

    Na performance “Cartografia Afetiva do Quadrilátero do Pecado”, a Companhia Pessoal do Faroeste e o Coletivo Ozona recriam os laços afetivos entre os cidadãos e a região em que moram. Conhecida como “Boca do Lixo” e “Quadrilátero do Pecado”, os bairros de Santa Ifigênia e Luz abrigam moradores tradicionais e equipamentos culturais de elite como a Sala São Paulo, Pinacoteca do Estado, O Museu da Língua Portuguesa, dentre outros. A ação se contrapõe à ideia de “revitalização” e demonstra que existe vida nos bairros chamados de “degradados”.

    A ação se passa no Largo General Osório, divisa entre os bairros de Santa Ifigênia e Luz, e a origem do grupo é em Santa Ifigênia, região central da cidade.

     

    Episódio 11 – Pretas Falam por Pretas Peri

    No extremo leste de São Paulo, o trio Pretas Peri se reúne numa praça para um sarau recheado de cultura afro-brasileira e debates sobre o machismo e o racismo. O grupo afirma a necessidade de descentralização da produção cultural. O sarau acontece numa praça onde antes era um terreno baldio cheio de lixo que, graças à ocupação e luta do trio, a prefeitura da cidade o transformou em praça.

    A ação se passa no Jardim Miriam e a origem do grupo é no Jardim Camargo, ambos em Itaim Paulista, extremos leste da cidade.

     

    Episódio 12 – RAP Guarani Mbya por Aldeia Tenondé Porã

    A luta pela demarcação das terras indígenas no Brasil é evidenciada através das músicas do grupo “RAP Guarani Mbya”, da nação guarani, povo de origem da cidade de São Paulo. Reconhecendo a importância das culturas originais, em 05 de maio de 2016, o Governo Federal assinou a Portaria Declaratória de Demarcação da Terra Indígena Tenondé Porã. 15.969 hectares de área reconhecidas e seis aldeias Guarani Mbya tiveram suas terras demarcadas e o direito à sua cultura garantidos.  Tenondé Porã é a segunda terra indígena demarcada no município de São Paulo. A primeira foi a Terra do Jaraguá, em Junho de 2015. 

    A performance do grupo é realizada no Pateo do Collegio, sítio arqueológico onde foi levantada a primeira construção da atual cidade de São Paulo e onde a Companhia de Jesus, estabeleceu um núcleo para fins de catequização de indígenas no Planalto.

    A ação se passa no Pateo do Collegio, região central, e a origem do grupo é na aldeia de Tenondé Porã, em Parelheiros, extremos sul da cidade.

     

    Episódio 13 – Trajetos Urbano encontra Inclusão e Resgate por Raphael Escobar e Love CT

    O artista visual Raphael Escobar, com a performance “Trajetos Urbanos”, anda de skate pela cidade e pinta as ruas com um dispositivo por todo o trajeto. Raphael skateia até Cidade Tiradentes onde encontra a ação “Inclusão e Resgate”, do grupo Love CT. Este grupo ensina skate como esporte e estilo de vida para crianças do bairro aos finais de semana. Juntos, discutem as possibilidades do skate não apenas como um esporte mas como uma atitude de ocupação do espaço público, o que incluir as ruas, pelos jovens. 

    A ação se passa em Cidade Tiradentes, zona leste, o trajeto foi realizado a partir do bairro Alto do Ipiranga, região sudeste da cidade.

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