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Rua! (2013)

Em 12, dez 2016 | No Comments | Em | Por Tangerina

Rua! (2013)

A série “Rua!” discute questões da urbanização, lazer, memória, direito à cidade e diversas formas de ocupação do espaço público, reconstruindo laços emocionais entre a metrópole e seus habitantes e revelando novos sentidos de pensar e criar o espaço urbano. Os episódios têm duração média de dez minutos.

 

  • produção Secretaria Municipal de Direitos Humanos de SP

    realização Tangerina Entretenimento

    estreia 10/12/2013

    série

    documentário

    10 minutos cada

    2013

  • direção Tata Amaral

    codireção Francisco Cesar Filho e Caru Alves de Souza

    argumento Tata Amara, Caru Alves de Souza e Eloá Chouzal

    direção de fotografia e câmera Léo Ruda, Manoela Cardoso, Thaisa Oliveira e Pedro Pipano

    2ª unidade de câmera Aloísio Araújo, Edson Spitaletti e Manoela Cardoso

    montagem e edição de som Luiz Felipe Moreira Paulin, Alexandre Lima, Osmar Junior e Fernando Lopes

    assistente de montagem Marina Spelzon

    correção de cor Alexandre Lima e Marina Spelzon

    música André Whoong

    pesquisa Eloá Chouzal

    produção executiva Caru Alves de Souza

    direção de produção Angelina Trevisan e Thais Morresi

    mixagem Pedro Noizyman – Casadalapa

    direção de making of Francisco César Filho

    câmera making of Aloísio Araújo, Edson Spitaletti e Manoela Cardoso

    edição making of Fernando Lopes, Marina Spelzon e Tunay Canepari

    edição de teaser Otavio Nagano e Osmar Junior

    coordenação de comunicação Francisco César Filho

    finalização Luiz Felipe Moreira Paulin e Marina Spelzon

     

    vinheta

    concepção e direção de arte Sato do Brasil e Murilo Thaveira – Casadalapa

    animação Átila Fragozo – Casadalapa

    desenho de som: Pedro Noizyman – Casadalapa

     

    equipe tangerina entretenimento

    administrativo Ana Kormanski

    produtora Karen Nakamura

    financeiro Luiz Armando Cosenza

    estagiário Gui Valentim

  • 6emeia

    A dupla de artistas utiliza como suporte em suas intervenções artísticas o mobiliário urbano: bueiros, tampas de esgoto, caixas de controle do DSV. O nome 6emeia é uma alusão ao horário em que ambos os ponteiros do relógio apontam para baixo, para onde os artistas direcionam o olhar das pessoas.

    ATELIÊ AZU

    No coração da favela de Santa Inês, em Ermelino Matarazzo (zona leste de São Paulo), o artista plástico Elcio Torres instala o Ateliê Azu, voltado ao ensino da técnica artesanal do azulejo. A iniciativa também instala os azulejos nas vias públicas da comunidade, mudando a textura das ruas, vielas e escadarias, criando praças e nomeando vias, modificando o espaço público e recriando os sentidos das ruas.

    CARRO PLANTA

    Se a cidade de São Paulo tem aproximadamente sete milhões de automóveis particulares em circulação e seu modelo viário deixa pouco espaço para o convívio entre as pessoas, o Carro Verde, intervenção do Grupo BijaRI, revitaliza o espaço urbano quando transforma um carro abandonado em praça.

    ESQUADRÃO DAS DRAGS

    O trabalho lúdico e provocativo de conscientização e prevenção realizado junto a jovens por quatro drag queens que se montam e atuam como um esquadrão do bem, em especial aos domingos no Largo do Arouche, espaço tradicional da cena LGBT da cidade.

    FEIRA DA RUA COIMBRA

    A comunidade boliviana representa um dos maiores grupos de imigrantes da cidade de São Paulo e há mais de 20 anos organiza a Feira Boliviana da Rua Coimbra, no bairro do Brás, que até hoje não foi legalizada. A iniciativa traz um pedaço da Bolívia para a comunidade: além das comidas e bebidas tradicionais, é um ponto de encontro importante.

    GRUPO XIA DE TEATRO

    A trupe teatral e sua peça “Estrada do Sul”, encenada na Vila Maria Zélia (a primeira vila operária do Brasil, localizada no bairro do Belenzinho) e que aborda a questão da mobilidade urbana que está na ordem do dia das discussões sobre as cidades modernas.

    HORTA COMUNITÁRIA DA VILA POMPÉIA

    Um pequeno terreno, onde existia apenas mato e lixo, e agora dá flores, temperos, verduras, geladoteca, arte urbana, mobiliário e pessoas. A Horta Comunitária da Vila Pompéia tornou-se um espaço auto-gestionado e de convívio e sua iniciativa quebra o paradigma da cidade grande onde todos estão fechados dentro de seus muros privados e ressignifica o trabalho compartilhado e a vida comunitária.

    ILÚ OBÁ DE MIN

    O bloco de carnaval composto por mulheres e liderado por Beth Beli resgata as tradições iorubás da cultura africana. Com composições próprias, 130 mulheres na bateria e dançarinas representando os principais Orixás, edesfilam pelo centro da cidade, abrindo o carnaval paulistano e reunindo milhares de pessoas pelas ruas do centro da cidade.

    IMARGEM

    O coletivo de artistas Imargem atua a partir das margens da Represa Billings, zona sul da cidade, e realiza grafites e esculturas com resíduos e objetos encontrados pelo caminho, são intervenções que provocam o Olhar da população e do poder público para Ver a Cidade.

    LARGO DA BATATA

    O episódio documenta duas ações. A primeira é do grupo “Boa Praça”, encabeçado por Raimundo Nóbrega que cria confortáveis bancos de madeira para espaços públicos da cidade. Instalados próximos ao ponto de ônibus do Largo da Batata, eles foram imediatamente apropriados pelos cidadãos. A outra ação é do movimento “A Batata Precisa de Você”. Semanalmente, eles convocam grupos e ativistas e realizam ocupações artísticas, sociais e de lazer no Largo, reconstruindo o imaginário das pessoas e da enorme praça com ares atuais um tanto desérticos.

    MICRORROTEIROS

    Laura Guimarães ouve histórias e condensa-as em microrroteiros de 140 toques impressos em cartazes coloridos que espalha pelo centro da cidade de São Paulo. Encontrar um deles é um convite à imaginação, uma experiência de interpretação e a possibilidade de ressignificar o espaço público e o cotidiano.

    TANQ_RosaChoq_

    Paulinho in Fluxus é um dos artistas e ativistas por trás desse “tanque” – um carrinho de supermercado com um aparato de canhões de plástico em cor-de-rosa – uma arma estética adotada nas manifestações de rua de São Paulo, um dispositivo frágil e viril em rosa choque que transita pela cidade, uma intervenção poética e política.

    VAGAS PARA CARROÇAS

    São Paulo produz 18 mil toneladas de lixo por dia e apenas 2 % deste lixo é reciclado, sendo os catadores são responsáveis por 90 % da coleta do material reciclável. Estima-se que 20 mil catadores de material reciclável atuem na cidade. Uma iniciativa no bairro de Vila Mariana cria a primeira vaga para carroças da cidade e aqui encontramo-nos no contexto e cotidiano da vida dos catadores.

 

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